Executivos da J&F relataram propina de quase R$ 110 milhões a Aécio Neves

Foto: Jefferson Rudy / Agência Senado

O senador tucano teria comprado o apoio do Solidariedade com R$ 15 milhões a Paulinho da Força. A filha de Roberto Jefferson teria emitido notas frias.

Foto: Jefferson Rudy / Agência Senado

As merecidas críticas ao trabalho de Rodrigo Janot não enterraram a delação de Joesley Batista e Ricardo Saud. Mais de um ano depois, o depoimento bombástico da dupla da JBS seguia sufocando Aécio Neves. Os executivos da J&F disseram ter repassado quase R$ 110 milhões em propina ao ainda senador pelo PSDB.

Na manhã de 11 de dezembro de 2018, a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão contra o ex-governador mineiro e a irmã, Andrea Neves, entendida como operadora do esquema. Frederico Pacheco, primo de Aécio, também foi alvo de ordens judiciais.

A Polícia Federal cumpre na manhã desta terça-feira (11) mandados de busca e apreensão contra o senador Aécio Neves (PSDB) e contra a irmã dele, Andrea Neves, em Minas Gerais. Há ordens judiciais também contra Frederico Pacheco, primo de Aécio.

Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão contra Aécio Neves e irmã em Minas Gerais

De acordo com a investigação, o apoio político do Solidariedade foi comprado a Paulinho da Força por R$ 15 milhões. Cristiane Brasil, deputada federal mais conhecida por ser filha de Roberto Jefferson, também teria participado do esquema emitindo notas fiscais frias.

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