Livro de Olavo de Carvalho está entre os mais vendidos na Amazon

Livro de Olavo de Carvalho é criticado principalmente por quem nunca leu. Foto: Mauro Ventura

Livro de Olavo de Carvalho é criticado principalmente por quem nunca leu.

Foto: Mauro Ventura

A REEDIÇÃO de O Imbecil Coletivo, um dos livros mais populares e de maior repercussão de Olavo de Carvalho, alcançou já na pré-venda da Amazon o 1º lugar na categoria ‘Comentários Políticos e Opinião’. Entre os livros de todas as categorias, o título está neste momento em 3º lugar:

A pré-venda foi anunciada pelo editor Carlos Andreazza em 6 de agosto, e o livro de Olavo de Carvalho será lançado em 24 de setembro.

O Imbecil Coletivo foi lançado originalmente em 1996. Já nos anos 90, muito antes da ascensão do PT, Olavo denunciava em suas páginas que “a intelectualidade esquerdista ocupou todos os postos estratégicos da indústria de prestígios — dominando as universidades, as comunicações, o mercado de livros”. 

O “imbecil coletivo” do titulo é uma referência ao “intelectual coletivo” do pensamento do revolucionário italiano Antonio Gramsci (1891-1937). No prólogo do livro de Olavo de Carvalho, lemos:

“O imbecil coletivo não é, de fato, a mera soma de um certo número de imbecis individuais. É, ao contrário, uma coletividade de pessoas de inteligência normal ou mesmo superior que se reúnem movidas pelo desejo comum de imbecilizar-se umas às outras”.

É impossível não enxergar o fenômeno em eventos como os “cursos do golpe” que proliferam nas universidades públicas. No da UFMG, inaugurado pela própria Dilma Rousseff no começo de agosto, os acadêmicos conseguiram a proeza de montar um curso com 32 professores, nenhum dos quais foi a favor do impeachment. Aliás, impeachment não – “golpe”. O coordenador do curso, o professor Thomas Bustamente, disse que não conseguiu ouvir NENHUM argumento desde 2016 “para dizer que não foi golpe”.

Olavo de Carvalho também já profetizava:

“Não tenho a menor dúvida de que este livro terá, numa boa fatia dos ambientes letrados, a recepção-padrão dada a outros tantos livros brasileiros, alguns até bem melhores, que tinham por objetivo fazer pensar: o completo silêncio quanto ao conteúdo, uma floração majestosa de fofocas e calúnias quanto à pessoa do autor”.

Acertou em cheio.

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